terça-feira, outubro 24, 2006

Porque sou filha...mas porque também sou mãe!!!


O Nó de Afecto
Numa escola ,aproveitando uma reunião de Pais, a directora incentiva o apoio que cada um deve dar aos filhos, pedindo que estivessem presentes na vida deles o máximo de tempo possível. A experiente professora entendida que os pais e mães daquela comunidade, embora trabalhando longe de casa, deveriam arranjar tempo para dedicar ás crianças, a fim de que não surgissem nestas, um sentimento de abandono frequentemente notado e que constituía uma causa importante de insucesso escolar.
Um pai levantou-se e explicou humildemente que, durante a semana, não tinha tempo para estar com o filho. De manhã quando saia para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda dormia; quando voltava do emprego, era tarde e o garoto já não estava acordado.
Explicou ainda que não tinha outra forma de garantir o sustento da família e que ficava angustiado por não ter tempo para o filho. Tentava redimir-se indo beijá-lo todas as noites ao chegar a casa e, para que soubesse que tinha estado lá, dava um nó na ponta do lençol que cobria o menino. Isto acontecia, criteriosamente, todas as noites em que aquele pai chegava depois da hora do filho adormecer. Quando o filho acordava e via o nó, sabia que o pai tinha estado ali e o havia beijado.
A directora ficou emocionada com aquela história singela e tocante, tanto mais quanto sabia que o menino em causa era um dos melhores alunos da escola…
Existem muitas formas de um pai ou uma mãe se fazer sentir presente e de comunicar com o filho. Aquele pai, encontrou a sua, simples mas eficaz. O mais importante era que o filho sentia, através do nó, o que o pai lhe estava a querer dizer.
Simples gestos, como um beijo ou um nó na ponta do lençol, valem muito mais do que presentes.
É legítimo preocuparmo-nos com os nossos filhos, mas é muito mais importante que eles saibam isso. Para que haja comunicação é preciso que os filhos “ouçam” a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afecto, os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
Uma afectuosa e saudável relação familiar é condição básica e fundamental para a consolidação dum espírito tranquilo e seguro, facilitador da aprendizagem e proporcionador duma personalidade firme, pouco permeável a desvios comportamentais.
É por esta razão que um beijo, revestido do mais puro afecto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebé com quem passa a repartira mãe, o medo do escuro, etc.
As crianças podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registar um gesto de amor, mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afecto e carinho.
E você? Ainda se lembra de ter atado um…”nó de afecto”

Espero mesmo que isto faça sentido para muita gente, pois para mim faz e muito, não que alguma vez tenha tido necessidade de ter um nó no meu lençol, mas sim porque fui educada de uma maneira da qual sempre me orgulhei muito,pois sempre que precisei (ou ainda preciso) de algum gesto ou algumas palavras ,"alguém"está lá sempre para me dar esse aconchego e sempre achei isso muito importante, e espero conseguir fazer como mãe o que os meus PAIS sempre fizeram por mim!!!
Adoro-vos, para vocês o meu muito e infinito Obrigado!!!
Beijinhos da filha..."kerida e Linda..."
(acho q o mano partilha da mesma opinião, de certeza!!)

2 comentários:

RSM disse...

Enquanto DEUS quizer que nós por cá andemos, vôçes SEMPRE FORAM e SERÃO a nossa única PRIORIDADE.Mas também não é favôr,pois Pais terem a FELICIDADE de ter DOIS FILHOS ASSIM...Nem TODOS SE PODEM GABAR!
E como se isso fosse pouco,ainda temos DOIS NETOS de LUXO e um GENRO e uma NORA de CATEGORIA!
Beijos dos Pais.

Nuno Recto disse...

Claro que não podia passar por aqui sem deixar a minha palavra de TOTAL ACORDO COM AS PALAVRAS DA MINHA MANA "LINDA E KERIDA"....

PS. Claro q não tão lindo e kerido como eu....